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[O Globo]
Obama é mais garçom que mediador na "cúpula da cerveja"
[NYT]
Detenções demonstram o limite do livre discurso na China
PEQUIM ? Durante as Paraolimpíadas em setembro do ano passado, uma mulher e suas duas irmãs que vieram do sul da China para Pequim, para protestar contra o ataque de propriedades. Elas acabaram sendo presas e sentenciadas a um ano de um tipo de prisão domiciliar, disse a mulher em uma entrevista por telefone na terça-feira.Huang foi libertada do hotel, Lizhou Cement Factory Rest House, em 17 de julho e disse que esperava servir sua sentença de um ano em sua cidade natal, sob a vigilância da polícia. O caso é uma das várias que ilustraram de forma grave como as Olimpíadas de Verão e as Paraolimpíadas em Pequim, no ano passado, fracassaram em expandir a liberdade de discurso na China. Isso ocorreu apesar da insistência de organizadores internacionais desses jogos cujos eventos poderiam impulsionar o governo chinês em direção a políticas mais democráticas. Huang viajou com dez outras pessoas da cidade de Liuzhou, na província de Guangxi, para Pequim, em setembro passado, para protestar quatro casos diferentes de ataques a propriedades envolvendo oficiais locais. Mas depois de ser entrevistado por um jornalista americano, foram atacados por policiais à paisana, que os havia seguido desde Guangxi. Huang, suas duas irmãs mais velhas e sua mãe de 79 anos, que haviam ido para Pequim, foram presas. A mãe foi rapidamente libertada, mas Huang e seu filho pequeno foram mantidos no hotel por 314 dias. Suas duas irmãs foram mantidas em um centro de detenção. Huang disse que ela e suas irmãs não foram ao tribunal até 19 de junho. O juiz as considerou culpadas de vandalismo e as sentenciaram a um ano de prisão, seguido de dois anos de condicional. Huang disse que suas duas irmãs mais velhas foram libertadas em 14 de julho, tendo cada uma servido quase a sentença toda do veredicto, por causa do tempo que passaram no centro de detenção. Outros do grupo de 11 que foram para Pequim também foram levados ao tribunal. Após sua libertação da então chamada prisão negra, Huang teve uma semana para visitar seu marido no sul da cidade de Shenzhen, onde ela está agora. Mas terá de retornar a Liuzhou e passar um ano sob a prisão domiciliar, durante a qual ela pode viver em sua casa e andar pela cidade, mas não pode deixá-la, disse. ?Eles dizem que alguém estará me vigiando?, disse. O tribunal em Liuzhou não comentou imediatamente, nesta quinta-feira. Cópias do documento fornecido por Huang mostrou que ela foi considerada culpa de vandalismo. Huang disse que a polícia a acusou de quebrar a janela de uma van da polícia, após ter sido presa em Pequim. Ela disse que nunca danificou o veículo. Durante sua detenção de quase um ano no hotel, três policiais e três babás foram admitidos para observar a ela e seu filho, disse ela. Além disso, foi monitorada por meio de câmeras de vigilância no quarto do hotel, acrescentou. Ela estima que os gastos do governo com ela devam ter chegado a milhares de dólares. As três irmãs pretendem apelar pelo veredicto, mas há pouca esperança de reversão, disse Huang. Por EDWARD WONG Leia mais sobre China
[US]
Obama prorroga sanções a Síria, apesar de progressos
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prorrogou nesta quinta-feira as sanções contra personalidades sírias ou pró-sírias envolvidas em ingerência ou violência no Líbano, mas destacou os "sinais positivos" procedentes de Damasco, informou a Casa Branca."Durante os últimos seis meses, os Estados Unidos se serviram do diálogo com o governo sírio para ouvir suas preocupações e identificar interesses comuns, incluindo o apoio à soberania libanesa", destaca Obama no documento publicado pela Casa Branca. "Apesar dos fatos positivos durante o último ano, tais como o estabelecimento de relações diplomáticas e a troca de embaixadores entre Líbano e Síria, as ações de certos indivíduos seguem contribuindo para a instabilidade política e econômica do Líbano e da região, e constituem uma ameaça extraordinária à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos", destaca Obama no documento, dirigido ao Congresso. O presidente decidiu prorrogar, por um ano, as sanções decretadas em 1° de agosto de 2007, por seu predecessor, George W. Bush. lal/LR
[G1]
Incêndio em indústria química obriga 72 mil a deixarem suas casas no Texas
Acidente ocorreu na cidade de Bryant. Fumaça alaranjada tomou o céu da localidade.
[ONU Brasil]
Milhões devem ficar sem alimento da ONU
Um déficit sem precedentes de US$ 3 bilhões no orçamento do Programa Mundial de Alimentos pode levar a redução da ajuda a regiões mais carentes. Só em Bangladesh, o número de pessoas atendidas iria passar de 5 milhões para 1,4 milhão.
[Folha]
Com cerveja na Casa Branca, Obama tenta encerrar polêmica racial
Com canecas de cerveja e um bate-papo, o presidente Barack Obama tentou tirar o país e a si mesmo de uma polêmica, promovendo nesta quinta-feira uma conversa com o professor negro e o policial branco cuja disputa acendeu um inflamado debate sobre racismo nos Estados Unidos, especialmente depois que Obama, ao comentar o episódio, usou palavras que ele mesmo disse depois que poderiam ter sido mais cuidadosamente escolhidas. "Eu sempre acreditei que o que nos aproxima é mais forte do que aquilo que nos separa", disse Obama, o primeiro presidente negro dos EUA após o encontro. "Estou confiante que isto aconteceu aqui hoje e espero que todos possamos tirar uma lição positiva deste episódio" No jardim da Casa Branca no começo da noite, Obama reuniu-se com os protagonistas da história que abalou o governo nos últimos dias: o professor da Universidade Harvard Henry Louis Gates Jr. E o sargento da polícia de Massachusetts James Crowley. O vice-presidente, Joe Biden, também se sentou com eles em volta de uma pequena mesa.
[O Globo]
Obama é mais garçom que mediador na "cúpula da cerveja"
WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos EUA, Barack Obama, assumiu na quinta-feira as atribuições de primeiro-garçom ao recepcionar na Casa Branca os protagonistas de um caso policial de contornos raciais, ocorrido neste mês ...Leia mais Assine O GLOBO e receba todo o conteúdo do jornal na
[US]
Segurança reforçada antes do anúncio do veredicto sobre Suu Kyi
Bangcoc, 31 jul (EFE).- As forças de segurança de Yangun reforçaram hoje a segurança nos arredores da penitenciária de Insein e pediram o fechamento do comércio da região diante da proximidade do anúncio do veredicto do julgamento da líder opositora birmanesa, Aung San Suu Kyi.Dois batalhões policiais se uniram aos agentes de segurança da prisão, onde na terça-feira houve a última audiência do julgamento, após um obscuro processo do qual apenas uma testemunha de defesa recebeu permissão para participar. Suu Kyi, que passou quase 14 dos últimos 20 anos sob algum tipo de detenção, pode pegar até cinco anos de cadeia por violar as condições da prisão domiciliar que cumpria desde 2003, o que a deixaria fora das eleições que a ditadura militar birmanesa anunciou para 2010. Ontem, os Estados Unidos renovaram seus pedidos de libertação da presa política mais famosa de Mianmar. "Achamos que deve ser libertada imediata e incondicionalmente, junto com os outros 2.100 prisioneiros políticos", disse o porta-voz do Departamento de Estado americano, Ian Kelly. A Junta Militar birmanesa alertou ontem a população que não tolerará nenhum ato de protesto contra o veredicto e lembrou que as pessoas que passam pela prisão "não têm direito a voto ou a concorrer em eleições". Os partidários de Suu Kyi esperam com impaciência e poucas esperanças a decisão judicial, embora poucos observadores achem que um veredicto de culpabilidade desperte protestos similares aos de 2007, quando a alta do preço dos alimentos básicos e combustíveis provocou grandes manifestações lideradas por monges budistas. "Aung San Suu Kyi está tranquila e concentrada no veredicto", disse Nyan Win, um dos advogados que a defenderam e porta-voz da Liga Nacional pela Democracia (LND), o partido liderado pela ativista. Detida pela primeira vez em 1989 após se transformar na figura mais visível da oposição durante os grandes protestos de 1988, Suu Kyi foi acusada de descumprir a prisão domiciliar após a invasão de um cidadão americano em sua casa, em maio passado. As duas mulheres que cuidavam de Suu Kyi em seu confinamento e o invasor, o americano John Willian Yettaw, também escutarão o veredicto das acusações que pesam contra eles pelo mesmo motivo. Nyan Win já anunciou que apelará de uma possível sentença contra a líder opositora. EFE tai/bba
[Folha]
Autor desvenda a "alma italiana" em livro de crônicas autobiográficas
Reprodução Livro faz análise espirituosa do que faz os italianos serem tão italianos O inglês Tim Parks mudou-se para a Itália em 1981, quando era um jovem adulto que não sabia bem o que fazer da vida. Sem grandes planos, encantou-se com o sol quente de agosto e o calor abafado de uma pequena aldeia próxima a Verona. Mais que isso: fascinou-se com a alma italiana, aquele "algo" indefinível que parece habitar e definir cada homem e mulher nascido na Itália. Em "Uma Educação à Italiana", continuação do best-seller "Meus Vizinhos Italianos" (ambos editados no Brasil pela Publifolha), Tim Parks dedica-se a descobrir como um italiano se torna um... italiano.
[Terra]
Tribunal adia veredicto do julgamento de Suu Kyi
[Folha]
Honduras já teve guerra deflagrada por partida de futebol; leia trecho
[Orm]
ETA pratica 2º atentado na semana e completa 50 anos
[ONU Brasil]
UNIFEM recebe pedidos de apoio a ações sociais
[O Globo]
Obama tenta apaziguar disputa racial com cerveja na Casa Branca
[NYT]
Em uma tentativa de adaptação, ele se tornou John Doe
[Orm]
China vai construir ferrovia de US$ 7
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