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[Folha]
Coreia do Norte testa mísseis de médio alcance no litoral do mar do Japão
[O Globo]
Suprema Corte de Honduras rejeita pedido da OEA por retorno de Zelaya
A Suprema Corte de Honduras decidiu, nesta sexta-feira, que não irá aceitar o retorno ao país do presidente eleito hondurenho, Manuel Zelaya ...Leia mais Assine O GLOBO e receba todo o conteúdo do jornal na
[NYT]
Estratégia dos EUA no Afeganistão colocará fuzileiros navais em pequenas bases
WASHINGTON ? A primeira maior operação que lançará tropas adicionais a caminho do Afeganistão, ordenada pelo presidente Barack Obama, planeja acabar com as bases do Taleban em províncias estratégicas do sul. E, em uma marcante despedida das práticas do passado, as unidades da Marinha ficarão em pequenos postos de operação, próximos às vilas onde protegerão e darão assistência, de acordo com o oficial militar sênior. Veja imagens das tropas no Afeganistão NYT Soldado americano lança um foguete em direção a posição do Taleban, em Nad Ali Apesar do número substancial de tropas e a capacidade de fogo, a estratégia não está isenta de riscos. Na verdade, nesta quinta-feira, já houve a primeira morte de um marinheiro em uma operação. Mesmo que, anteriormente, os EUA e as forças aliadas tenham varrido a província de Helmand, matando ou capturando o máximo de guerrilhas possível, frequentemente com ataques aéreos, o exército nunca teve tropas terrestres suficientes para assegurar grandes áreas que foram tomadas por guerrilheiros da insurgência em operações de combate. Nesse momento, a força de cerca de quatro mil fuzileiros, que chegaram apenas há algumas semanas, se uniu aos 650 soldados afegãos em uma operação na província Helmand, local das atividades do Taleban e maior produtora de papoulas de ópio, a maior fonte de ganho da insurgência. ?O que eles realmente estão tentando fazer é criar e sustentar uma produção presente na província Helmand, incluindo tanto o combate do poder quanto as capacidades do envolvimento de civis?, disse um oficial militar sênior. ?Não é simples acabar com a influência do Taleban, mas tentaremos substitui-la por operações de segurança e reconstrução?, acrescentou. ?Não é simples destruir o inimigo, mas proteger a população e melhorar a vida deles ajudará a impedir o retorno de elementos insurgentes?. Os comandantes prometeram que os fuzileiros permaneceriam em números significativos, montando diversas operações pequenas e bases logísticas entre a população. A tática foi essencial para o sucesso do que foi chamado de ?onda de tropas?, no Iraque. Os fuzileiros entraram em três cidades importantes, a 120 quilômetros do Rio Helmand ao sul de Lashkar Gah, nesta quinta, e se depararam com resistências esporádicas, que aumentaram ao londo da tarde, disse o porta-voz da Marinha. Agora, as tropas estão presentes em Nawa e Garmsir, na província central de Helmand, e em Khan Neshin, ao sul do local, disse um porta-voz das forças da Marinha na província, capital Bill Pelletier. Ele descreveu o contato com combatentes do Taleban como, ?na maioria das vezes, bater e correr?. Alguns marinheiros foram tratados por exaustão devido ao calor, porque as temperaturas chegam a 43º C, disse. NYT Helicópteros espalham areia no local onde tropas britânicas se preparam para ir às bases de Helmand A missão parece ter a intenção de mostrar aos moradores que as tropas estão lá para protegê-los e prevenir mortes civis, seja partindo da OTAN ou das forças americanas, seja das mãos do Taleban. Pelletier disse que se, por exemplo, a Marinha não tivesse usado artilharia ou bombas no ataque, em um esforço para mostrar que a operação se concentrava mais em proteger a população do que em matar o inimigo. ?O sucesso dessa operação dependerá de como a população a vê, não apenas da maneira como lidamos com o inimigo?, disse. Mas os perigos da missão do Iraque também estão assombrando essa operação. Embora o exército dos EUA seja capaz de acabar com a insurgência da área e talvez até ter os números necessários para assegurar o território, as tropas serão expostas a uma emboscada e bombardeios na margem de estradas, enquanto patrulham vilas para proteger a população e fornecer segurança aos esforços da reconstrução. E continua obscuro a questão de se as agências civis que representam o Afeganistão, os EUA e os governos aliados estão preparados para comandar o trabalho de estabilização e reconstrução de forma rápida e bem-sucedida. Ian C. Kelly, porta-voz do Departamento de Estado, em Washington, disse que dois civis ? um do Departamento do Estado e outro da Agência de Desenvolvimento Internacional ? estavam trabalhando em Helmand, e um oficial adicional de desenvolvimento chegaria nesta semana, com mais três em seguida, nas próximas semanas. E, assim como no Iraque, não se sabe o tempo que levará até que as próprias forças afegãs sejam capazes de controlas a missão. A velocidade da operação é crucial no planejamento bem-sucedido, disse comandantes. Há menos de oito semanas, o Secretário da Defesa Robert Gates visitou diversos fuzileiros que chegaram ao Campo Leatherneck, enquanto o exército dianteiro com mais de 20 mil tropas adicionais foram mandadas, por Obama, ao Afeganistão, um aumento que resultará na presença de cerca de 68 mil soldados. No momento, muitos marinheiros ainda nem receberam os equipamentos, e os engenheiros de construção estavam em ocupados, construindo uma das maiores pista de decolagem do mundo, transformando o quente deserto em uma zona de pouso, ao colocar peças de aço unidas parecidas com blocos de Lego. ?Se não tivéssemos colocado recursos neste combate, não estaríamos preparados para conduzir uma operação dessa escala, nessa rapidez?, disse outro oficial militar sênior envolvido na missão. Por THOM SHANKER e RICHARD A. OPPEL Jr. Leia mais sobre Afeganistão
[Folha]
Com um caso confirmado, Cascavel (PR) monitora passageiros para prevenir gripe suína
Passageiros que desembarcam no terminal rodoviário e no aeroporto de Cascavel (498 km de Curitiba) passaram, desde esta quinta-feira (2), a ser monitorados por bombeiros e agentes da Defesa Civil. A medida pretende prevenir a gripe A (H1N1). Na cidade de 285 mil habitantes, só um caso da doença foi confirmado até esta sexta-feira. Até passageiros vindos de outros Estados estão sendo monitorados. De acordo com o tenente Rafael Tavares, quem vem de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraguai, Argentina e Chile deve responder a um questionário. A abordagem acontece dentro dos ônibus e aviões, antes do desembarque. As equipes questionam se o passageiro teve contato com pessoas contaminadas ou foi a áreas consideradas de risco nos últimos dez dias. Outra pergunta é se o passageiro sentiu algum sintoma da doença, como tosse.
[ONU Brasil]
Festa no Rio celebra Dia Mundial dos Refugiados
Rio de Janeiro promove, em 5 de julho, evento em homenagem a seus dois mil refugiados. Danças, músicas e comidas típicas da África farão parte da comemoração.
[US]
Coreia do Norte lança dois mísseis de curto alcance, diz Seul
(atualiza com nova informações sobre os mísseis). Seul, 4 jul (EFE).- A Coreia do Norte lançou nesta sexta-feira dois mísseis de médio alcance do tipo Scud a partir de sua costa leste, disseram fontes do Governo sul-coreano citadas pela agência local de notícias "Yonhap".Os dois projéteis parecem ter sido lançados por volta das 8h locais (20h de sexta-feira em Brasília) de uma base militar próxima à cidade litorânea de Wonsan, no sudeste da Coreia do Norte, com um alcance de quase 500 quilômetros, segundo a citada fonte. O lançamento ocorre dois dias depois de a Coreia do Norte ter disparado dois mísseis de curto alcance também de sua costa leste, em direção ao Mar do Japão, e coincide com o Dia da Independência dos Estados Unidos, comemorado em 4 de julho. Segundo as autoridades sul-coreanas, os mísseis lançados hoje, de tipo terra-terra, são mais perigosos que os quatro da quinta-feira, já que podem atingir alvos em uma maior distância, apesar de continuar sendo considerados de curto alcance. Seu alcance seria suficiente para cobrir todo o território da Coreia do Sul. Segundo Seul, acredita-se que o regime comunista conta com cerca de 700 unidades de vários tipos destes mísseis em seu arsenal. Os serviços de Inteligência da Coreia do Sul já tinham informado no mês passado que o vizinho comunista se preparava para testar vários mísseis, incluindo um de longo alcance, por volta desta data. Os quatro projéteis lançados na quinta-feira, supostamente do modelo KN-01, foram lançados de Sinsang-ri, na mesma região do teste de hoje, e cobriram uma distância de perto de 100 quilômetros. Este é o segundo lançamento de mísseis feito pela Coreia do Norte desde que o Conselho de Segurança das Nações Unidas impôs novas e mais duras sanções ao regime comunista por seu segundo teste nuclear, realizado em 25 de maio. No último dia 23, o Governo norte-coreano avisou o Japão que iria proibir até o dia 10 de julho o trânsito de navios na mesma zona do Mar do Japão próxima a sua costa onde ocorreram os últimos lançamentos, porque previa realizar exercícios militares. O Governo sul-coreano considerou ontem que o lançamento da quinta-feira faz parte destes exercícios, mas não descartou a possibilidade de que se trate de uma reação contra a pressão internacional contra o país comunista. EFE ce-icr/bba/mh
[Terra]
Ban chega a Mianmar para discutir libertação de Suu Kyi
O secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki moon, chegou hoje a Mianmar (antiga Birmânia), onde se reunirá com o chefe da Junta Militar, general Than Shwe, a quem pedirá a libertação da líder opositora e Nobel da Paz Aung San Suu Kyi.
[O Globo]
Presidente do Equador acompanhará Zelaya em volta a Honduras
[ONU Brasil]
Japonês é o novo diretor de órgão nuclear da ONU
[G1]
Aeronáutica divulga áudio de contato de controle aéreo do Brasil com Senegal
[Folha]
Coreia do Norte testa mísseis de médio alcance no litoral do mar do Japão
[NYT]
Símbolo político ressurge nas eleições da Indonésia
[Folha]
Interpol nega que esteja em busca de médico que atendeu jovem baleada no Irã
[Orm]
Voo nos EUA é desviado após passageiro ficar nu
[G1]
Após fazer chifres com as mãos, ministro renuncia em Portugal
[US]
Não há plano B para cúpula do clima em Copenhague
Central de Atendimento
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